quarta-feira, 9 de maio de 2012

Gourmandise XVIII - Rota do Acarajé

Até pensamos em voltar ao Sotero - e devemos voltar, pois a comida, apesar da desorganização do atendimento, como já disse, é ótima. Mas passamos em frente, vimos que estava muito vazio, e acabamos dando mão à palmatória e indo ao Rota do Acarajé.
Além de ser bem mais caro, o Rota não é um restaurante, mas um boteco. Só que costuma surpreender bem. O atendimento é razoavelmente rápido, mesmo com a casa cheia (o que não é difícil, pois o espaço não é dos maiores); a comida é gostosa e feita na hora.
Ontem fomos de moqueca de camarão (78 reais meia porção, que dá tranquilamente para duas pessoas). Como a farofa de dendê não está inclusa, pedimos à parte. Mas não mereceu uma boa nota da parte de Guga - segundo ele, a farinha devia ser fininha e ter cor de enxofre, pois, afinal de contas, deve ter bastante dendê, e não só um cheirinho (calma, não tem cheiro de enxofre). Para fechar, o bolo de manteiga de garrafa (sempre saboroso, mas ontem não tão fresco) com café.
De todo jeito, é sempre bom voltar lá, sentar em meio à memorabilia dos donos, sabendo de antemão que o preço é salgado, mas válido de quando em vez para matar a saudade de um acarajezinho (inho, literalmente, mas bem gostoso).

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