Adoro massas diferentes, e aqui volta e meia achamos umas italianas no supermercado. Comprei porque achei linda uma pasta com formato de cilindro enorme, talvez um canelone mesmo, mas mais curto, e não soube bem o que fazer com ela até que me lembrei do mac and cheese, o macarrão gratinado que os americanos adoram, e que já postei aqui, na época em que estava assistindo à série Bones.
Resolvi fazer uma versão mais light, com frango desfiado e creme de ricota feito na hora. Ficou ótimo, apesar dos tubos enormes de massa. E por fim o macarrãozão achou seu lugar no mundo, ou melhor, no nosso estômago.
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terça-feira, 8 de maio de 2018
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Tudo de bão
Cabeceira
- "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
- "Geografia da fome", de Josué de Castro
- "A metamorfose", de Franz Kafka
- "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
- "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
- "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
- "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
- "O estrangeiro", de Albert Camus
- "Campo geral", de João Guimarães Rosa
- "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
- "Sagarana", de João Guimarães Rosa
- "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
- "A outra volta do parafuso", de Henry James
- "O processo", de Franz Kafka
- "Esperando Godot", de Samuel Beckett
- "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
- "Amphytrion", de Ignácio Padilla