Uma coisa linda e emocionante de ver é o movimento popular nas ruas, puxado principalmente pelos estudantes secundaristas e universitários. Não é a primeira vez que acontece, claro, e parece bem diferente dos anos 1960 e dos atos de 2013, porque a galera se mostra mais consciente da pluralidade do povo brasileiro e do que é preciso combater - o bolsonarismo, e não a direita, que foi engolida nos últimos oito anos pelo extremismo político.
Já falei por aqui de pessoas queridas que preferem não votar, como se pudessem se eximir de qualquer responsabilidade com o resultado da eleição. Creio que são as que acreditam que o bolsonarismo é de direita, uma lástima.
O bolsonarismo raiz, no entanto, captura para si as pessoas que reagem com violência aos opositores, sem qualquer chance de diálogo, até mesmo porque não têm proposta alguma - prova disso é a série de eventos criminosos nos últimos dias, com incêndios na UFPE, no estacionamento do SAMU em Salvador, em um teatro no Espírito Santo, em uma igreja católica em Santa Catarina, em reservas indígenas, destruição de imagens de Nossa Senhora, invasão do site da Ancine para ofender nordestinos, tiros disparados para o alto em passeata de estudantes em Sergipe. Perversos e violentos são os bolsonaristas convictos, intolerantes com tudo que não lhes diga respeito. Até no baixíssimo escalão de cooptados, como um professor querido da Federal, que nos ajudou muito em uma recuperação coletiva na disciplina de Desenho, veio fazer comentários ridículos em uma postagem minha no Facebook. Nada de debate, só ataque puro e simples.
Do lado progressista, as imagens falam por si. Famílias, diversidade, solidariedade, alegria para a luta. Agora sim, estamos em toda parte.


.jpeg)
.jpeg)

.jpeg)
.jpeg)
.jpeg)


.jpeg)
.jpeg)






















EXISTIR%20ARTISTAS%20PL%C3%81STICAS%20RESSIGNIFICAM%20IMAGENS%20DO%20FEMININO%20EM%20OBRAS%20DE%20DEN%C3%9ANCIA%20E%20AG%C3%8ANCIA%20FEMINISTA%20Revista%20Feminismos.png)









