Já comentei sobre dois efeitos do viver em local de praia, com muito sol e umidade: melasmas gritando pra sair e uma nuvem capilar em torno da cabeça. Junte-se aos dois primeiros mais um, que talvez não seja por culpa da praia, mas da alimentação: o retorno das espinhas, um pesadelo de adolescência.
Por sorte, a tecnologia cosmética não para de crescer, e assim é que milhões de mulheres lotam as lojas especializadas e as farmácias atrás desses produtos que nos ajudam a driblar os efeitos do tempo/cronos e do tempo/clima. Somos nós que movemos essa economia!
O protetor solar da Natura Fotoequilíbrio Esporte, FPS 60, é maravilhoso para quem pratica esportes ao ar livre ou quer uma proteção mais duradoura na praia. A única desvantagem é ter de acostumar rápido com a tampa que gira e às vezes produz uma meleira enorme.
Para as indesejadas e eventuais espinhas, sempre usei o bastão secativo da Payot, mas tem sido difícil encontrá-lo. Então, comprei a cara mas eficiente loção secativa da Adcos, com FPS 30 e capacidade de uniformização da pele oleosa. Embora bem fluida, ela realmente vai secando a acne e cobrindo levemente as marcas.
Já para os cabelos eletrizados, meu cabeleireiro de 20 anos me recomendou uma pomada leave-in, SH-RD, à base de alecrim e pantenol. Nada barata, mas eficaz. Os cabelitos já têm ficado mais em ordem - claro, depois também de terem passado por uma hidratação e um bom corte.
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terça-feira, 13 de março de 2018
segunda-feira, 5 de março de 2018
Outros encontros na Pauliceia
Sim, minha terra está largada, tomada pelo coxinismo, mais e mais amigos têm procurado viver em outros cantos. Mas ainda é minha, ainda ando por ela com pertencimento, ainda gosto de flanar pelas ruas especializadas. Tudo bem que estou mais para sacoleira que para flâneur, mas tudo depende do tempo disponível.
Em São Paulo ainda é possível achar de tudo, e presenciar encontros de culturas tão distintas como a nordestina e a japonesa, as duas que me compõem. Simbolizadas, nesta última visita, pelo queijo de cabra da família de Ariano Suassuna, de Taperoá, Paraíba, e pelos chás da família Amaya, de Registro, São Paulo (não consegui de novo comprar o chá da Vovó, então optei por seu conterrâneo, tão respeitável quanto).
Tenho voltado a tomar chá, estimulada pelos Amaya. O queijo das cabras arianas já virou omelete, risoto com nozes e damasco (da zona cerealista) e hoje temperou o nhoque de beterraba, deixando-o ainda mais leve e gostoso.
Definitivamente, eu amo e saboreio o encontro de culturas.
Em São Paulo ainda é possível achar de tudo, e presenciar encontros de culturas tão distintas como a nordestina e a japonesa, as duas que me compõem. Simbolizadas, nesta última visita, pelo queijo de cabra da família de Ariano Suassuna, de Taperoá, Paraíba, e pelos chás da família Amaya, de Registro, São Paulo (não consegui de novo comprar o chá da Vovó, então optei por seu conterrâneo, tão respeitável quanto).
Tenho voltado a tomar chá, estimulada pelos Amaya. O queijo das cabras arianas já virou omelete, risoto com nozes e damasco (da zona cerealista) e hoje temperou o nhoque de beterraba, deixando-o ainda mais leve e gostoso.
Definitivamente, eu amo e saboreio o encontro de culturas.
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Tudo de bão
Cabeceira
- "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
- "Geografia da fome", de Josué de Castro
- "A metamorfose", de Franz Kafka
- "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
- "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
- "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
- "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
- "O estrangeiro", de Albert Camus
- "Campo geral", de João Guimarães Rosa
- "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
- "Sagarana", de João Guimarães Rosa
- "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
- "A outra volta do parafuso", de Henry James
- "O processo", de Franz Kafka
- "Esperando Godot", de Samuel Beckett
- "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
- "Amphytrion", de Ignácio Padilla