Para onde quer que eu olhe, vejo mulheres se movimentando em busca de mudanças - de si, do entorno, do país, do sistema, do mundo. Mudanças que dizem respeito não somente a elas/nós, mas a toda a sociedade, para melhor, para avançar na direção de direitos universais, e não apenas identitários, como sugerem alguns.
Estamos pesquisando, fazendo leituras coletivas, propondo novas realidades, prestigiando e promovendo a arte, fazendo novas amizades, fortalecendo laços, tecendo teias e manhãs. E também cuidando, alimentando, festejando, experimentando, aprendendo, criando e sobrevivendo.
Não há nada mais belo e honesto, sobretudo hoje, do que ser mulher. Apesar dos esforços de nos apagarem, seguimos nos movendo, brilhando e nos fortalecendo. Não há mais hipótese de abjurarmos esse poder.
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