quinta-feira, 18 de junho de 2026

Junho inicia os trabalhos festivos e afetivos

O mês do coração aquecido começou, com chuvas mas também diversão. E já me convenci de que uma das minhas missões na vida é iniciar pessoas no karaokê. Dessa vez, foram os amigos do espanhol - fomos fazer nossa formatura cantando, e eles amaram! 
No outro dia, fui almoçar o cozido delicioso feito por Cris na companhia de Guga e da Diretoria quase completa. Passei sem traumas da energia veinteañera dos chicos para o humor dos 50+. E reafirmamos nossos laços em mais um dia concedido pela vida. 
Como junho também tem Copa este ano, comemorei com Liu seu aniversário no dia de Santo Antonio e de jogo do Brasil contra o Marrocos, no simpático Boteco da Sereia. Desde o karaokê que não recupero a voz, imagine depois de uma partida tão apertada como aquela.  
Seja qual for a ocasião, o importante é estar com nossos queridos, enquanto vida houver. Rindo, cantando, torcendo, esse é o tom pedido por junho. 

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Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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