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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Junho inicia os trabalhos festivos e afetivos

O mês do coração aquecido começou, com chuvas mas também diversão. E já me convenci de que uma das minhas missões na vida é iniciar pessoas no karaokê. Dessa vez, foram os amigos do espanhol - fomos fazer nossa formatura cantando, e eles amaram! 
No outro dia, fui almoçar o cozido delicioso feito por Cris na companhia de Guga e da Diretoria quase completa. Passei sem traumas da energia veinteañera dos chicos para o humor dos 50+. E reafirmamos nossos laços em mais um dia concedido pela vida. 
Como junho também tem Copa este ano, comemorei com Liu seu aniversário no dia de Santo Antonio e de jogo do Brasil contra o Marrocos, no simpático Boteco da Sereia. Desde o karaokê que não recupero a voz, imagine depois de uma partida tão apertada como aquela.  
Seja qual for a ocasião, o importante é estar com nossos queridos, enquanto vida houver. Rindo, cantando, torcendo, esse é o tom pedido por junho. 

sexta-feira, 5 de julho de 2024

Junho

Junho é um mês querido, que lembra calor humano no meio de temperaturas mais baixas. Mês dos santos Antonio, João e Pedro, me lembra a infância com quadrilhas e quermesses em escola e igreja. Em São Paulo, as festas juninas não têm a escala das do Nordeste, que, aliás, ainda não conferi, como em Caruaru ou mesmo no interior da Bahia. Mas fica o aconchego nas ruas, aonde quer que se vá, com pessoas se desejando um "feliz São João", quase como se fosse Natal. 
Marisa me mandou um texto maravilhoso do sempre precisamente poético Luiz Antonio Simas, sobre a transformação de um homem implacável, João Batista, primo de Jesus, em um santo menino, de cachinhos e acompanhado de um carneirinho, justamente a imagem que festejamos em junho, no dia 24, na segunda festa mais importante da Bahia depois do Carnaval. Um verdadeiro milagre popular essa transmutação da raiva em amor. 
Junho também é mês de aniversário de Chico Buarque, que este ano completou 80 primaveras musicais. Nem escrevi nada a respeito porque li tanta coisa bonita em toda parte, toda gente do bem se lembrando de trechos da obra do gatão de olhos verdes, olhos de ardósia, nas palavras de Jobim! Me deu uma alegria imensa, tanto a homenagem enorme ao homem e artista Chico, quanto me lembrar junto com todas essas pessoas das músicas maravilhosas de Chico artista e homem, homônimo de outro santo que me fala ao coração, e do Opará querido, e do meu gatito irmão de Zen, sempre no coração.
Em junho, só passei de raspão por um forró no Santo Antonio, mas foi o suficiente para aquecer a alma, tão precisada desse calor.

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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