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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Pudim de baunilha

Eu queria há tempos fazer um pudim de laranja - no outro dia, acabei fazendo um bolo de laranja no lugar do pudim, e o desejo permaneceu.
Comprei algumas laranjas, mas os dias foram passando, uma coisa substituindo outra na cozinha, e hoje, quando resolvi que ia mesmo fazer o tal pudim, vi que as laranjas tinham "passado". Sem salvação.
Já havia caramelizado a forma. O que fazer? Um simples pudim de leite? O que poderia acrescentar de diferente a ele? Lembrei, então, das favas de baunilha.
Achei uma receita no Panelaterapia, praticamente a mesma de um pudim de leite, mas com o acréscimo da fava. Usei duas xícaras de chá de leite, 1 fava de baunilha + gotas de extrato de baunilha, 1 caixa de leite condensado e 4 ovos, além de 1/2 xícara de chá de açúcar e 1/4 de xícara de água para o caramelo.
O curioso é que, ao desenformar, vi que as pintinhas pretas da baunilha tinham se concentrado em alguns lugares - não sei de que modo poderia evitar isso.

sábado, 1 de novembro de 2014

Sorvete de baunilha

Já devo ter falado que amo baunilha. Talvez um dia até enjoe, agora que ando com crème anglaise até no cabelo.
Tinha esse projeto do sorvete de baunilha, e ontem quase o vi desandar. Na verdade, desandou: o creme de leite talhou enquanto eu o cozinhava no fogo. Aliás, foi a primeira vez na minha vida, até então devo ter tido muita sorte.
Li em algum lugar que, se isso acontecesse, deveria tentar passar a mistura no liquidificador. Foi o que fiz, e aparentemente ele se salvou - não houve nenhuma alteração no sabor.
A receita do sorvete foi do Gourmandise, mas fiz um passo a mais (além do liquidificador), que usei na receita do sorvete de canela: bater um pouco na batedeira antes de gelar.
O único passo em falso foi ter esquecido das sementinhas de baunilha, que ficaram todas no fundo do pote - deveria ter dado uma mexida antes de o sorvete gelar completamente.
Apesar dos pequenos revezes, ficou uma delícia, consistência cremosa e sabor acentuado.


Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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