Hoje foi a estreia de LaBelle, minha primeira bike-só-minha. Não é linda?
O passeio não foi longo, mas foi ótimo, com direito a companhia do namorado e encontro com amigos - Marisa, Harley e o lindo Maxwell.
Pelo jeito LaBelle será uma grande companheira, além de divisora de águas na mudança de hábitos e de vida.
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domingo, 13 de janeiro de 2013
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Pequenas, mas vitórias
Pois.
Comecei a emagrecer. Devagarzinho. Agora de verdade. Levando a sério os exercícios físicos, pelo menos 6 vezes por semana, controlando a larica e deixando as guloseimas mais para sexta e/ou sábado. Tomando um placebo que para mim foi muito eficaz (e liberado pelo médico), garcínia em cápsulas, e muita água. Não deixando de comer de 3 em 3 horas. E, muito importante, comemorando cada "100 g" que se vai. No fundo, mudando padrões, como diz meu amigo Wagner.
Engraçado (maneira de dizer) como a gente pode se enganar por muito tempo. Pensava que me exercitar, mesmo eventualmente, e contar calorias eram suficientes para emagrecer - e achava muito injusto quando isso não acontecia. Já comentei que talvez tenha precisado chegar a um estado crítico para fazer as coisas da maneira correta - como aquelas histórias que achava terríveis, de moças que engordavam 20, 30 kg, mas que conseguiam emagrecer e publicavam seu "testemunho" em revistas, na linha "Eu consegui" da Boa Forma (depois que engordei muito, li vááários desses testemunhos!). Talvez diferentemente dessas moças vencedoras, que abraçaram pra valer musculação, corrida etc., eu só esteja conseguindo porque optei por alternar a academia com atividades de que gosto mesmo, como flamenco e tai chi chuan. Até começar um e outro, estava indo à academia de caju em caju, como diz Guga.
Mas o melhor mesmo desses primeiros resultados foi poder colocar um dos vestidos de que mais gosto, que estava na minha lista dos -5kg (fiz uma lista de roupas a usar com -3kg, -5kg, -8kg, -10kg e -15kg, um baita estímulo organizado em etapas). Aos poucos, vou voltando a usar o que quero, e não mais "apenas o que serve". Escolher, e não ser obrigada - nunca esteve tão claro para mim como liberdade e estar bem consigo (inclusive fisicamente) têm tudo a ver.
Comecei a emagrecer. Devagarzinho. Agora de verdade. Levando a sério os exercícios físicos, pelo menos 6 vezes por semana, controlando a larica e deixando as guloseimas mais para sexta e/ou sábado. Tomando um placebo que para mim foi muito eficaz (e liberado pelo médico), garcínia em cápsulas, e muita água. Não deixando de comer de 3 em 3 horas. E, muito importante, comemorando cada "100 g" que se vai. No fundo, mudando padrões, como diz meu amigo Wagner.
Engraçado (maneira de dizer) como a gente pode se enganar por muito tempo. Pensava que me exercitar, mesmo eventualmente, e contar calorias eram suficientes para emagrecer - e achava muito injusto quando isso não acontecia. Já comentei que talvez tenha precisado chegar a um estado crítico para fazer as coisas da maneira correta - como aquelas histórias que achava terríveis, de moças que engordavam 20, 30 kg, mas que conseguiam emagrecer e publicavam seu "testemunho" em revistas, na linha "Eu consegui" da Boa Forma (depois que engordei muito, li vááários desses testemunhos!). Talvez diferentemente dessas moças vencedoras, que abraçaram pra valer musculação, corrida etc., eu só esteja conseguindo porque optei por alternar a academia com atividades de que gosto mesmo, como flamenco e tai chi chuan. Até começar um e outro, estava indo à academia de caju em caju, como diz Guga.
Mas o melhor mesmo desses primeiros resultados foi poder colocar um dos vestidos de que mais gosto, que estava na minha lista dos -5kg (fiz uma lista de roupas a usar com -3kg, -5kg, -8kg, -10kg e -15kg, um baita estímulo organizado em etapas). Aos poucos, vou voltando a usar o que quero, e não mais "apenas o que serve". Escolher, e não ser obrigada - nunca esteve tão claro para mim como liberdade e estar bem consigo (inclusive fisicamente) têm tudo a ver.
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terça-feira, 19 de abril de 2011
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