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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Brownie e sorvete de caju

A combinação é clássica, brownie e sorvete. Não sei se está démodé - eu mesma enjoo de vez em quando, porque acho o brownie tradicional muito, muito doce.
Por isso, reduzi a quantidade de açúcar e coloquei só chocolate meio amargo na receita do Prato Fundo.
A ideia era fazer o brownie só para ver se combinava com o sorvete de caju - desta vez, fiz sem os pedacinhos de doce, e experimentei com leite condensado sem lactose (mais escuro e doce que o tradicional, parece um leite condensado mais "curado").
Os dois combinaram lindamente. A cremosidade e refrescância do sorvete de caju compensaram a densidade do brownie.
E percebi que o ideal seria deixar menos tempo no forno (pelo menos uns 5 minutos a menos) - eu já havia reduzido para 25 porque fiz metade da receita. Mas é importante lembrar da potência do forno, para que o brownie mantenha sua umidade.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Bolo de chocolate em nova forma e gato ao fundo

Estreando a forma fofa by Ikea que ganhei de dona Jacira - ah, o bolo fica tão mais lindo!
E lá estava ele, o Gatatouille ao fundo, de orelhas eriçadas diante da novidade.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Doçuras à la pâtissière

Na penúltima ida ao sítio, experimentamos o biscoito folhado da marca Doçuras de Maragogi, de Alagoas. Eu já tinha visto uma entrevista com a criadora da marca sobre o famoso biscoito de goma, que tem umas formas lindas, meio marítimas (como meus suspiros), mas não conhecia o folhado, que é uma delícia, à base de leite de coco.
Bueno, na última vez, compramos verdadeiros estoques do biscoito. E eis que Carol, recém-chegada, teve a brilhante ideia de fazermos um mil-folhas com o Doçuras. Achei uma receita do Anquier de creme de confeiteiro - confio muito nas receitas dele, especialmente as tipicamente francesas, como a de croissant e de crème brûlée, indefectíveis.
Fiz o creme com 1L de leite integral, aquecido com 1 colher de sopa de extrato de baunilha (no lugar da fava). Bati 6 gemas com 200g de açúcar e depois acrescentei 5 colheres de sopa (rasas) de farinha de trigo. Fui adicionando aos poucos o leite ao creme, sem deixar de mexer e depois voltei tudo para a panela no fogo baixo, mexendo sempre até encorpar. Então alternei as camadas de Doçuras com o creme e levei à geladeira. Quando tirei, mais de uma hora depois, polvilhei o açúcar de confeiteiro. Ficou perfeito.
Em casa, reduzi as medidas em cerca de 1/4. Mas aumentei as camadas de biscoito, pois ainda cobri uma delas com a Bonne Maman de morango que tinha aqui (ainda não concluí qual das duas versões é melhor; talvez sem a geleia agrade mais paladares). E aqui, na cozinha já conhecida, montei o mil-folhas calmamente. De novo, depois de gelar um pouco, as fatias saíram firmes como tem de ser. Marveilleux, une fois de plus.
E Zenzolino, lógico, logo estava ali clamando pela sua fatia - que, infelizmente para ele, não rolou.
E eu fico toda contente de descobrir uma forma mais fácil de fazer um doce tão delicioso.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

A hora e a vez das massas

Estava há tempos querendo uma maquininha de macarrão. Na verdade, desde que meus amigos Moa e Kátia vieram à minha casa e prepararam uma deliciosa massa fresca ao pesto, essa ideia se plantou na minha mente. E eis que pouco depois do dia dos namorados chegou a minha (meu presente!). Zen e Chico já ficaram curiosíssimos com o novo artefato.
Também acabei me inscrevendo num curso do Senac, o de massas e molhos. Muito bom - dá para ter uma ótima noção de tanta coisa que é possível fazer com uma massa básica. 
A cozinha do Senac é muito grande, mas uma vez ou outra faltaram equipamentos. O professor Nicolas foi ótimo - sabe muito, transmite bem o que sabe e dá ótimas dicas técnicas. 
Me juntei a dona Fátima, Lívia e Vanessa para preparar as massas. Agora é praticar bastante até chegar a um nível satisfatório (e arrumar um chapéu bonitinho, porque essa touca ninguém merece).
A maioria das fotos foi tirada pela paparazzi Vanessa. 

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Frango recheado com Brie e agrião



Outro dia, assistindo ao MasterChef, me interessei pela receita de um dos participantes, que preparou um peito de frango recheado com queijo Brie e espinafre, tudo coberto com uma calda de laranja. Pensei logo que devia ser uma delícia.
Como tinha sobrado Brie e vinho branco do último jantar, resolvi preparar. Não tinha espinafre, mas tinha agrião, além de funghi secchi. A laranja veio do suco de caixinha. E ficou tudo realmente ótimo, como eu imaginava. A receita está no site da Band.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Bolo de banana e Gatatouille


Zen é despirocado, já contei? Ele quer cheirar todas as comidas, temperos, tenta invadir a cozinha e já mostrou que é literalmente vira-lata. 
Hoje, quando estava fotografando o bolo de banana cuja receita encontrei no Panelaterapia, eis que aparece o gato gourmand e gourmet do outro lado. Cliquei várias vezes e depois, conferindo as fotos, dei com essa que mostra a verdadeira alma de Zenzolino. Na realidade, ele é um Gatatouille.

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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