E para ver as outras, é só clicar:
http://oficinadefotografia2011.wordpress.com/
terça-feira, 24 de maio de 2011
arteriescultura
Estou toda prosa com a publicação das minhas fotos no blog do curso de fotografia de Bete Savioli. Para dar um gostinho da minha incursão minhocônica, aqui vai uma das imagens apocalípticas, que não entrou no blog do curso.
terça-feira, 19 de abril de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Um homem estranho
Ele sempre entrou na minha vida e saiu dela com estrépito. Derrubando coisas, partindo cristais. A sutileza e a cordialidade que eu amo, ele nunca as teve. Parcimonioso em demonstrações de afeto, peremptório em seus juízos, não tinha amigos, somente concorrentes.
Mas, por mais que visse ameaças em seus próprios filhos, era o pai que eu tinha. Por mais que vivesse longe de nós, cada um se lhe assemelha de algum modo. Essa herança (que há algum tempo aprendi a ver como bênção, já que cada um faz da sua vida o que escolhe fazer) livra-o, afinal, mesmo com sua presença intermitente, de ser um desconhecido. Não o livra, no entanto, de ser estranho. Contraditório e inteligente, carismático e apático, envolvido em lutas sociais e imerso em seu próprio mundo.
Agora esse homem estranho sai de novo da minha vida. Desta vez, porém, estranhamente sem ruído, e para não mais voltar.
Mas, por mais que visse ameaças em seus próprios filhos, era o pai que eu tinha. Por mais que vivesse longe de nós, cada um se lhe assemelha de algum modo. Essa herança (que há algum tempo aprendi a ver como bênção, já que cada um faz da sua vida o que escolhe fazer) livra-o, afinal, mesmo com sua presença intermitente, de ser um desconhecido. Não o livra, no entanto, de ser estranho. Contraditório e inteligente, carismático e apático, envolvido em lutas sociais e imerso em seu próprio mundo.
Agora esse homem estranho sai de novo da minha vida. Desta vez, porém, estranhamente sem ruído, e para não mais voltar.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Lugar onde não cabe tristeza
É possível ser triste diante de uma paisagem assim?
Há quem tente com fervor. Veja mais em http://seroquesoa.blogspot.com/2011/01/tristeza-tem-fim-sim.html
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Qual é sua praia?
Já repararam como a praia é um espaço verdadeiramente democrático? Nela vemos de tudo: gente se divertindo, se exibindo, vendendo guloseimas e cangas...
E agora até gente checando emails, não em um celular, mas em dois!!! Sinal dos tempos em que a tecnologia não só promove mas até substitui o prazer (vejam como a companheira do mancebo vai saindo de mansinho, em busca de um marzão azul, enquanto ele confere dados).
E agora até gente checando emails, não em um celular, mas em dois!!! Sinal dos tempos em que a tecnologia não só promove mas até substitui o prazer (vejam como a companheira do mancebo vai saindo de mansinho, em busca de um marzão azul, enquanto ele confere dados).
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Um ano de blog!
Hoje faz um ano que o conversê on-line começou. De forma muito despretensiosa, algumas vezes até funcionando como veículo de utilidade pública. Mas o mais importante foi a diversão proporcionada pelos encontros com gente nova e gente já querida.
Obrigada aos visitantes, habitués e eventuais.
Obrigada aos visitantes, habitués e eventuais.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Pra viver é melhor sempre rir
Não a ponto de parecermos meio lesados, mas é fato que de vez em quando precisamos mesmo desopilar o fígado. E o que seria mais indicado que um espetáculo circense?
Imagine se o show de circo for acrescido de improvisos inteligentes, com palhaços-atletas em um campo de futebol. Esta é a fórmula do espetáculo Jogando no quintal, da Cia. do Quintal, que acaba de comemorar oito anos de carreira, em uma série de apresentações no Sesc Pompeia.
Eu já conhecia de ouvir falar, mas nunca tinha visto um espetáculo do grupo. E indico: dá para quase (quase é o ideal!) morrer de rir.
Imagine se o show de circo for acrescido de improvisos inteligentes, com palhaços-atletas em um campo de futebol. Esta é a fórmula do espetáculo Jogando no quintal, da Cia. do Quintal, que acaba de comemorar oito anos de carreira, em uma série de apresentações no Sesc Pompeia.
Eu já conhecia de ouvir falar, mas nunca tinha visto um espetáculo do grupo. E indico: dá para quase (quase é o ideal!) morrer de rir.
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Tudo de bão
Cabeceira
- "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
- "Geografia da fome", de Josué de Castro
- "A metamorfose", de Franz Kafka
- "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
- "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
- "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
- "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
- "O estrangeiro", de Albert Camus
- "Campo geral", de João Guimarães Rosa
- "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
- "Sagarana", de João Guimarães Rosa
- "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
- "A outra volta do parafuso", de Henry James
- "O processo", de Franz Kafka
- "Esperando Godot", de Samuel Beckett
- "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
- "Amphytrion", de Ignácio Padilla