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domingo, 27 de janeiro de 2013

Coquetel antitristeza

Cada um tem lá suas receitas para combater os momentos de tristeza, e eu tenho as minhas:
1. Filmes água-com-açúcar, lenços de papel e algum chocolate (não muito, para não chorar de arrependimento depois)
2. Essência de lavanda - no banho, na roupa, no travesseiro, no bichinho de pelúcia: remédio infalível
3. Respirar profundamente e devagar
4. Ouvir Mônica Salmaso - com a beleza quase insuportável de seu contralto, ela se encarregará de esvaziar seu tanque de lágrimas
5. Depois de esvaziar o tanque lacrimal e lavar o rosto, tomar um bom banho (inclusive com lavanda), vestir uma roupa bem bonita e fazer planos para o futuro - já próximo e mais feliz

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A máscara do pânico



O pânico pode ter diversas faces: pode ser pensador, assustador, indagador... Pode até fazer rir!
Se quiser saber por que "é necessário" entrar em pânico, visite http://seroquesoa.blogspot.com.br/2012/04/todo-mundo-em-panico-ja.html
Se você, como eu, não consegue entrar em pânico, compre uma máscara, para pelo menos entrar "no pânico"...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Comentário expresso IV

Uma nova modalidade de aconselhador: urubu de pirata! Luxo (ou lixo?)!

sábado, 18 de junho de 2011

Boas razões para termos saúde

1. A gente se sente muito bem, que óbvio!
2. A vida se torna atraentemente desafiadora.
3. Nos sentimos mais aptos para os desafios!
4. Nos sentimos mais queridos pelas outras pessoas (porque, convenhamos, são poucos os bons samaritanos que têm paciência com os adoentados).
5. A mente, um tantinho egoísta, pode se concentrar em desenvolver boas ideias, pois não está ocupada com o sofrimento do corpo (do qual ela normalmente só se lembra quando falta a saúde).
6. Não sofrer com filas em hospitais, consultórios, nem com médicos mercenários, não vocacionados etc.

Etc.

E só vejo um aspecto positivo de perdermos (momentaneamente, s'il vous plaît!) a saúde: percebermos nossa fragilidade e o quanto precisamos (não "dependemos") uns dos outros.

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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