Hoje foi mais um dia difícil para o trabalho principal - total indisposição, calor, desconcentração. Nem saí para me exercitar. Desânimo.
O único tempo de presença aconteceu na cozinha, mesmo sendo minha cozinha tão pequena, inadequada para qualquer empreendimento (mas também não vejo grandes possibilidades de progresso, portanto...). Além do almoço, atender a duas encomendas de pães tão distintos quanto a focaccia e a broa. Gostaria que a focaccia ficasse mais dourada, mas fiquei com medo de queimar, de deixar muito seca. (O negócio é deixar menos tempo e usar um pouco do grill para dourar.)
Quando vi, já era noite, o que quer dizer que outro dia já está próximo, e as perspectivas são melhores só por ser outro dia.
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017
Produção a toda
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terça-feira, 28 de novembro de 2017
Foccacinhas
Fiz de novo focaccia, instigada por um pedido da Cris, amiga das aulas de pilates. Ficou ótima, muito melhor que das outras vezes. Crocante por fora, mas fofinha por dentro, pouco gordurosa e saborosa na medida certa. Ficou linda na marmitinha - já tinha visto servida assim, na Beth Bakery, mas a marmita era bem maior. Assim menor ficou bem mimosa.
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segunda-feira, 25 de abril de 2016
La prima focaccia
Ainda não tinha feito focaccia, essa espécie deliciosa de pizza de forno.
Acabei usando uma receita do Panelaterapia. Como a massa praticamente não cresceu durante o descanso, fiquei em dúvida se assassinei ou não o fermento - amornei a água, mas não sei se o suficiente. Talvez devesse deixar menos tempo no forno ou em temperatura mais baixa, porque o fundo tostou um tanto. Ficou gostosa, todavia. E ainda mais bonita.
Conferi depois a receita do Sebess (não fui direto até ela porque os blogs, sabe como é, costumam dar aquela descomplicada quase sempre útil) - em lugar do fermento seco, fermento fresco. Pois é, se tivesse que fazer uma gradação de infalibilidade de fermentos (salvo condições adversas, como produto fora do vencimento ou estragado), diria que o mais infalível é o fermento químico (que não serve para todas as receitas), depois o biológico fresco e somente então o biológico seco.
Agora é fazer a receita do Sebess, resgatar minha forma quadrada de teflon paraguaio e arrumar mais uma muda de alecrim, urgentemente.
Acabei usando uma receita do Panelaterapia. Como a massa praticamente não cresceu durante o descanso, fiquei em dúvida se assassinei ou não o fermento - amornei a água, mas não sei se o suficiente. Talvez devesse deixar menos tempo no forno ou em temperatura mais baixa, porque o fundo tostou um tanto. Ficou gostosa, todavia. E ainda mais bonita.
Conferi depois a receita do Sebess (não fui direto até ela porque os blogs, sabe como é, costumam dar aquela descomplicada quase sempre útil) - em lugar do fermento seco, fermento fresco. Pois é, se tivesse que fazer uma gradação de infalibilidade de fermentos (salvo condições adversas, como produto fora do vencimento ou estragado), diria que o mais infalível é o fermento químico (que não serve para todas as receitas), depois o biológico fresco e somente então o biológico seco.
Agora é fazer a receita do Sebess, resgatar minha forma quadrada de teflon paraguaio e arrumar mais uma muda de alecrim, urgentemente.
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Tudo de bão
Cabeceira
- "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
- "Geografia da fome", de Josué de Castro
- "A metamorfose", de Franz Kafka
- "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
- "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
- "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
- "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
- "O estrangeiro", de Albert Camus
- "Campo geral", de João Guimarães Rosa
- "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
- "Sagarana", de João Guimarães Rosa
- "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
- "A outra volta do parafuso", de Henry James
- "O processo", de Franz Kafka
- "Esperando Godot", de Samuel Beckett
- "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
- "Amphytrion", de Ignácio Padilla
