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sábado, 19 de novembro de 2022

domingo, 24 de janeiro de 2021

O importante é ter Prestígio

O leite condensado de coco me fez desejar um bolinho prestígio. Achei no site da minha amiga Dani Noce o que procurava: uma receita rápida de um bolo úmido e doce na medida, delicioso. 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Mais uma chance à banoffee

Fiz de novo a receita de banoffee pie da Dani Noce, ainda que sob protestos do marido, que não entendia por que eu não podia cobrir a torta com pecã no lugar de banana. Tudo era uma questão de sazonalidade, e também uma boa desculpa para comprar um bom doce de leite, né? Além disso, soube que a banoffee está super na moda e até recebi uma receita da minha querida Marisa. 
Da primeira vez que fiz, há 3 anos, o recheio virou um tsunami na hora de cortar, o que é sempre uma decepção quando o assunto é torta. Desta vez, resolvi mexer um pouco nas proporções. Para o recheio (torta pequena), usei 200 g de doce de leite argentino, 100 g de creme de leite 30%, 2 gemas e 20 g de amido de milho. Para a massa, 180 g de biscoito maizena e 90 g de manteiga amolecida, batidos juntos no processador. Assei a massa por 20 minutos, deixei esfriar, pincelei no fundo 60 g de chocolate meio amargo derretido e levei para a geladeira uns 10 minutos. Espalhei o recheio de doce de leite e deixei na geladeira até o dia seguinte. Na hora do almoço, cobri com rodelas de banana, pincelei um pouco de suco de limão nas bananas, para não escurecerem, e deixei para aplicar o chantili da Vigor só na hora de servir - quando também salpiquei chocolate em pó 70% cacau com um toquezinho de pó de café. 
Ficou muito boa, mas de fato é para formiguinhas. Uma sobremesa para fazer de vez em quando, se quisermos algo bem descolado e não convencional, um doce de encher os olhos. Vale a pena ter esse trunfo na manga.

domingo, 8 de novembro de 2020

Cheesecake japonês ou Jiggly Fluffy Cheesecake

Hoje foi dia de almoço de aniversário do sogro. Ia ter comida mineira, com certeza, e eu tinha consultado a sogra sobre que bolo eu poderia fazer. Ela andava curiosa com o cheesecake japonês e segui a dica.
Eu tinha experimentado uma receita do Lucas Corazza há um tempão, quando fiz o curso da Eduk de cookies, cheesecakes e brownies. Lembro que o cheesecake foi o que menos me chamou a atenção, não guardei muita lembrança nem do sabor, nem da textura. Então resolvi testar uma receita nova, e achei versões no site da Dani Noce e no canal da Raiza Costa, além do Prato Fundo, do qual só peguei dicas. Na verdade, usei a receita da Dani Noce com algumas dicas técnicas da Raiza Costa, troquei leite por creme de leite e fiz também uma calda de frutas vermelhas para quem quisesse derramar sobre o bolo (procurei um bom doce de leite, mas não achei).
Bueno, ficou uma delícia! É muito mais leve, aerado e saboroso mesmo sem calda - o açúcar de confeiteiro completa o sabor levemente cítrico. Acho que nunca mais vou fazer o cheesecake tradicional nesta casa. 

domingo, 6 de setembro de 2020

Do atrevimento no bolo

Aniversário da minha sogra, e eu queria cozinhar para ela. Mas Degas, irmão dela, já tinha se prontificado a trazer o almoço, uma moqueca dos deuses lá de Brotas.
Restou-me fazer o bolo. O único detalhe é que minha sogra é boleira de mão cheia, e seus bolos não são só muito bons como via de regra lindos.
Pensei em fazer algo com frutas. Fui buscar receitas de naked cake e logo achei um post de Dani Noce com 9 sugestões. Tinha um que era exatamente o que eu queria: um bolo de nozes com recheio de mascarpone, cerejas e frutas cristalizadas coberto com frutas vermelhas e pistaches - que logo viraram morangos e avelãs.
Claro que tive alguns percalços, como deixar marcas na massa na hora de checar se o bolo estava assado e derrubar no chão a calda das cerejas, que, ainda bem, não era necessária. Meu recheio ficou rosado, e não branco; coloquei um pouco de gelatina sem sabor para firmar, já que o creme de leite não era fresco. Mas, no final, meu primeiro naked ficou bonito e muito gostoso, digno da aniversariante.

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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