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domingo, 14 de março de 2021

Bananarama

Banana a dar com pau, de novo. O que fazer? A vantagem do doce de puta, como lhe chama Jorge Amado, é que leva muita banana, quanta você quiser. Hoje inovei no uso de açúcar mascavo para fazer o caramelo, tanto do doce quanto do recheio de uma torta da Rita Lobo, que preparei para deixar congelada (ou seja, só saberei o quanto é boa outro dia qualquer). 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Ao mesmo tempo ou Yes, nós temos bananas

Ontem, meu sogro apareceu com um cesto repleto de bananas bem maduras, já soltando dos cachos. Deixou um monte aqui para eu "ver o que fazer com elas" e levou um tanto para si. Ele fez banana-passa no forno, eu resolvi testar duas receitas de doce.
Uma foi o famoso doce de puta de que fala Jorge Amado (embora eu não tenha tirado a receita do livro A cozinha baiana de Jorge Amado, que, aliás, não dá quantidades exatas), e o outro foi uma tentativa de doce de corte, que provavelmente requer muito mais que a quase 1 hora de fogo-sem-parar-de-mexer que lhe dediquei. Até porque, junto com os dois doces, eu estava fazendo pão francês.
O doce de puta, com bananas em rodelas, ficou ótimo (só levou 5 bananas, 2 xícaras de água, 1,5 xícara de açúcar demerara, 4 cravos-da-índia e 1 pau de canela - a água e o açúcar caramelizam antes de acrescentar os demais ingredientes). Já o outro doce não foi tão convincente (foram 6 bananas batidas no liquidificador, acrescidas de 1/2 pacote de gelatina incolor hidratada, urucum para colorir, suco de 1 limão, 1/2 colher de manteiga) - ficou com um pouco de gosto de manteiga.
Oportunidade não deve faltar para testar torta de banana, mais doce de todas as consistências, chips salgados etc. Ainda bem.

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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