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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Padaria de Natal

Desta cozinha saiu bastante coisa para o Natal: pães de avelãs, pães delícia, roscas de frutas e panetones diversos - frutas, chocolate e cranberries, chocolate, caramelo. Aliás, que delícia são esses callets de caramelo Callebaut! Agora só quero panetones com gotas de caramelo. 

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Orgulho da maturidade: Gosto de Sol

Carol, minha cunhada designer, criou a marca. O nome surgiu meio "de brincadeira" há uns três anos, relacionado com uma música do Clube da Esquina, Um gosto de sol, que, na verdade, é bem mais melancólica que a ideia que tenho da minha marca, mais ensolarada mesmo. Passei um briefing para Carol, e, mesmo com total certeza da competência dela, me deu um medico, inho de nada, de que ela não apresentasse exatamente o que eu queria, talvez por eu não conseguir ser completamente clara.
Mas ela entendeu o que eu queria dizer com calor, sol, praia, montanha, amor, afeto, abraço, beijo, pão, cafuné etc. etc. Eu só pedi um pouco mais de quentura nas cores - na verdade, pedi magenta e violeta, mais por lembrar horizontes que por temperatura. E daí saiu essa lindeza, com a bikezinha solicitada (incorporada, além da alusão ao novo modus vivendi, por conta do adesivo que uso nas embalagens e pelo meio de entrega utilizado até aqui). O "delícias" foi por conta da designer, sugestão mais que aprovada.
Orgulho. Master. Maturidade. Os impulsos cotidianos dando mais lugar aos objetivos, ao fazer pensado.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Crescendo como fermento

Hoje é feriado, e, em vez de descansar/estar na praia, estou assando pães (mas ainda pretendo sair pra pedalar um pouco, antes da terceira fornada). Muitos pães australianos - em poucos dias, fiz cinco vezes (só hoje, duas fornadas deles, totalizando cinco pães). Numa das vezes, errei a quantidade de açúcar e de cacau, e o pão saiu "fortificado", quase um bolo de chocolate (lindo, fermentado no banneton)! Bom, sempre, mesmo no erro.
O feedback tem sido bom, e é assim que procuro melhorar cada vez mais, cada vez mais concentrada no que faço.

domingo, 10 de setembro de 2017

Pães e ideias lariquentas de final de semana

Tenho me programado para fazer pães no final de semana, no mínimo. Como temos um aniversário a comparecer amanhã, resolvi fazer pães para a reuniãozinha. Os escolhidos foram o de damasco e nozes de levain e o rústico de ervas da Heloísa Bacellar, sucesso. Já usando uma grade apropriada para o resfriamento.
Claro que, nesse meio tempo, no intervalo de uma ou outra fermentação ou modelagem, relendo o livro do Pollan, vi uma receita de porco cozido no leite, e depois achei a própria, publicada pela professora de culinária do autor: chama-se maiale al latte, talvez uma receita etrusca. Quero fazer, pra ontem. Também querendo fazer banofee pie. Pra anteontem. Isso pra não falar nas ideias de cardápio semanal, à base de curry, batata-doce, funghi secchi.
O problema da cozinha é apenas esse: querer fazer cada vez mais. E eu que reduza as porções e aumente os giros no pedal, pois emagrecer está cada vez menos fácil.

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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