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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Primeiro frozen yogurt

Quando eu comprei minha sorveteira, já tinha feito vários sorvetes sem ela, normalmente com a técnica do gelatto italiano, à base de creme de leite fresco, e batendo o creme de tempos em tempos para quebrar os cristais de gelo. Poderia ter vivido sem uma sorveteira, mas o fato é que a chegada dela revolucionou a feitura dos sorvetes, deixando-os com uma consistência macia, perfeita.
Então nos mudamos para o Nordeste, e encontrar creme de leite fresco se tornou uma quimera de que já falei aqui mais de uma vez. Deixei de fazer sorvete, ainda mais tendo uma lojinha de picolés tão perto de casa.
Outro dia, porém, com a volta do calor intenso, retomei a ideia com um sorbet de maracujá e banana - o gosto, ótimo, mas teria ficado perfeito, logo pensei, se tivesse usado a sorveteira. Foi assim que resolvi colocá-la de novo para funcionar.
A reestreia aconteceu com o inédito frozen yogurt. Confesso que nunca fui fã, nunca fui atrás das diversas lojas que pipocavam em São Paulo, mesmo no maior verão. Porém, o feito em casa, com iogurte integral, baunilha, açúcar e um pouquinho de leite em pó, ficou perfeito. Macio, consistente, refrescante. Com uma colherzinha de geleia de amora, então, uma delícia. E vi que há muitas e muitas formas de fazer o frozen, com frutas, biscoito, cacau em pó, pistache, uma maravilha de variedades.
Resolvi deixar o bowl direto na geladeira, e hoje sairá um sorbet de coco. E que venha o calor!

sábado, 13 de dezembro de 2014

Sorvete de Nutella


Eu poderia viver sem sorveteira? Com certeza! Talvez eu não chegasse à consistência da foto, mas o sabor pouco perderia. A praticidade está em não precisar de tempos em tempos, a depender do sorvete, tirá-lo do congelador para bater.
Fiz sorvete de Nutella. Só uma garrafa de creme de leite (500ml) e um pote grande de Nutella. Depois de aquecer o creme de leite, sem deixar ferver, é só acrescentar a Nutella, mexer bem até dissolver e deixar esfriar antes de colocar na sorveteira (cujo bowl ficou no congelador 24 horas). Em 10 minutos, a consistência ficou assim, firmíssima. Pelo que percebi, 5 minutos teriam sido o suficiente e deixariam o sorvete mais cremoso, ainda que menos firme.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Que venha a sorveteira!

Resolvi o dilema. Comprei a sorveteira, pelo preço inicial, na Fnac (nem sabia que a Fnac vendia esse tipo de coisa). Ontem, já a coloquei pra trabalhar. Quer dizer, na véspera, quando ela chegou, pois o bowl tem que ficar 24 horas no congelador antes da produção do sorvete.
Ontem, então, 24 horas depois do congelamento, coloquei nela a mistura de polpa de abacaxi, iogurte grego e leite condensado. E logo a mágica começou, com a mistura líquida adensando e, pouco a pouco, se transformando num sorvete gostoso e refrescante.
E minhas visitas aprovaram, o melhor de tudo.

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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