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domingo, 23 de fevereiro de 2020

Da importância de fazer diferente e às vezes fazer o mesmo

Mesmo reduzindo os carboidratos, especialmente açúcar, pães e massas, temos comido bem, na verdade melhor que antes. Agora esses itens entram de vez em quando no cardápio - e parecem muito mais gostosos, pelo menos para mim!
Como a base da alimentação diária tem sido proteína, salada e legumes, é fácil enjoar. Tem dias que enjoo só de olhar pro tomate, sério. Então só me resta variar de alguma forma o preparo, aquecendo o tomate, utilizando o pão italiano para uma panzanella, empanando o frango com parmesão, utilizando o pesto em diferentes pratos, como nhoque de batata-doce e macarrão de abobrinha, fazendo um chutney rápido de maçã para cobrir a carne suína e chips de batata-doce para acompanhar o estrogonofe. 
E às vezes só quero comer uma coisa de que gosto muito, como um pão de fermentação lenta ou um sorvete preparado por mim, com creme de avelã e creme de leite. Não precisa ser toda hora, não precisa ser todo dia, mas de vez em quando só precisa ser. 

domingo, 5 de janeiro de 2020

A vida com poucas massas

Dois exemplos de receitas para reduzir o consumo de massas no dia a dia: espaguete de abobrinha ao alho e óleo com tomate seco que trouxe da Chapada (achava que era muito bom, mas é só regular) e crackers de linhaça (acrescentei parmesão, gergelim preto, alecrim e tomilho secos).

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Arroz marroquino, abobrinha recheada com ricota e nozes e a importância dos temperos

A foto não está bonita - são os estertores do prato, o que sobrou na panela. Mas ontem o arroz marroquino, que já fiz algumas vezes, ficou especialmente gostoso e condimentado, o que atesta a importância dos temperos moídos na hora (sem pimenta síria pronta, moí noz-moscada, pimenta-do-reino, canela em pau e acrescentei cravo - com parcimônia, para não ficar com sabor odontológico - e canela em pó). Sigo mais ou menos a receita do Dedo de Moça - ontem, ainda, cozinhei o frango em água temperada com cebola, louro e anis estrelado e acrescentei ao arroz o pistache sem casca e sem sal, tostado antes com as amêndoas peladas, em um fio de azeite.
Todo o desejo de comer um prato "árabe" veio de ter assistido a um episódio do programa do Jacquin, Pesadelo na cozinha, passado em um restaurante sírio da zona norte de São Paulo. Acabei tendo a ideia de assar abobrinha recheada com ricota e nozes e achei uma receita do Panelinha em que se acrescenta a isso a polpa da abobrinha, mais alho, sal, pimenta. Sobre as canaletas de abobrinha, polvilhei parmesão ralado na hora. Ficou tão bom que não sobrou nada pra fotografar.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Rolinhos mediterrâneos e salada de cenoura da Le Pain Quotidien

Ganhei o lindo livro da Le Pain Quotidien no Natal, presente de dona Jacira, que parece ter adivinhado meus pensamentos, pois uma semana antes eu tinha pesquisado o próprio no site da Amazon e me enchi de desejo por ele. E não é que a mente tem mesmo poder? Comecei já a testar as receitas. Primeiro, pela falta de ingredientes, me limitei a uma massa com pesto de salsinha, sem nozes de nenhum tipo, que ficou ótimo.
Em seguida, me arrisquei nos rolinhos mediterrâneos, feitos com tiras de abobrinha e recheados com frango temperado com especiarias e cobertos com molho de pimentão. Para acompanhar, uma salada simplérrima de cenoura com limão siciliano (ainda ralei raspas de limão para dar um plus). 
Muitas receitas do livro têm ingredientes raros (alguns eu nem conheço, mas logo vou pesquisar o que são), mas creio que sejam perfeitamente adaptáveis. Nos rolinhos, por exemplo, no lugar do pinoli coloquei pistache e nozes e deu bastante certo.

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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