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sábado, 3 de janeiro de 2026

É assim que acaba - 2025

Eita, aninho arrastado! Acho feio, ingrato e injusto reclamar, porque houve muitas oportunidades em meio ao caos, mas que teve muita angústia junto, ah, isso teve. Além disso, se a senescência se mede por começar a tomar remédio, então ela chegou de vez.
Boto fé em 2026. Não vai ser nada fácil - muito fogo pela frente, em ano de eleições, ano do Cavalo de Fogo, de Ogum e Iansã, ano que começa com invasão à Venezuela por Trump. Porém, vejo que 2025 no mínimo nos instrumentalizou para o que vem. Que venha 2026, então, que o fogo já está ardendo em nós.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

Que venha 2025

Uma virada simples, com amigas recentes, jantar e praia. Coordenando o comer 12 uvas e saltar sete ondas, beber espumante, tudo ao mesmo tempo, no meio da alegria e da esperança gerais. E deu certo, e vai dar certo. Que venha 2025, prontas estamos.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

domingo, 31 de dezembro de 2017

Um pouco de festa


Nunca fui muito de Natal - para mim, uma festa triste, em que, no lugar dos bons sentimentos cristãos, muitas vezes afloram ressentimentos familiares. Sempre achei um evento em que as pessoas se esforçam muito para se suportar, e não tenho muita energia pra isso. Prefiro o Ano-Novo, que, na verdade, é só continuação do que vimos vivendo, mas carrega consigo a energia da renovação.
No entanto, voltei a ter Natal com o marido, já que sua família valoriza muito a data, e comecei a achar tudo mais aceitável.
Este ano, até participamos, eu e ele, de amigo-secreto-ladrão do pessoal do pilates. Foi muito divertido e festivo. Ganhei, além do presente roubado na brincadeira, um mimo de uma senhora querida com quem faço aulas, toalhinhas bordadas por ela. Isso aquece o coração, por sua despretensão - para mim, este é o verdadeiro espírito natalino, gracioso e grato.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Que venha 2015

Que seja um ano saboroso, prazeroso, próprio para projetos novos e encontros felizes em torno de uma mesa farta (para um número cada vez maior de brasileiros), apesar de todo trabalho e de todos os imponderáveis que sempre nos esperam. Amém!

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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