sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Farofa de banana

Para não negar as raízes, volta e meia tenho uma vontade enorme de comer farofa.
Estava com vontade de fazer farofa de banana, e achei uma receita facílima no Panelinha.
Combina mais com aves e peixes, e dá até pra saboreá-la sozinha.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Alumbramento - Djavan (1980)



Mais associações com o caju - a linda música de Chico e Djavan:

Deve ter um engenho,
Um poder,
Que é pro menino fraquejar,
Alucinar,
Derreter,
Deve estar com pressa
E partir e deixar
Cica de caju no olhar do gurí
Por ai deve ser

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Sorvete de caju e gosto de infância

Não vivo sem líquidos - água, suco, café. Minha avó dizia que eu só comia para poder beber um suquinho (claro que hoje ela veria que beber e comer têm a mesma importância). Mas nem imagino o que será de mim no auge da crise hídrica de São Paulo.
No início da semana, para manter as tradições, comprei suco de caju concentrado. E toda vez que o preparava sentia gosto de infância - que eu me lembre, era o suco que carregava na garrafinha da lancheira, a maior parte das vezes.
Aproveitando a compra do suco, adaptei levemente uma receita de sorvete de caju da La Cucinetta: reduzi as medidas para 100ml de suco concentrado de caju (era o que tinha sobrado), 100ml de leite condensado, 1/2 xícara de leite integral, 1 pitada de sal e 4 bolinhas de doce de caju cristalizado, picadas pequenas. Bati os ingredientes líquidos e o sal no liquidificador e depois passei para a sorveteira, por 20 minutos. Dois minutos antes de acabar o tempo, acrescentei os pedacinhos de doce de caju à mistura.
O difícil é esperar 3 horas para tomar! Para fazer a foto (e provar um pouquinho), notem que o sorvete não estava exatamente firme - mas estava uma delícia! Um dos melhores que fiz até agora.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Ilustração de uma ideia

Esses desenhos que já postei no Facebook servem de ilustração para meu último post no Ser o que soa, sobre ser dono ou autor da própria vida (desenhar saída onde não há e ter a faca, a tesoura e o queijo na mão).

domingo, 25 de janeiro de 2015

O primeiro cheesecake

Fiz meu primeiro cheesecake. Foi mais simples do que eu pensava.
Achei a receita no blog do Richie - ele divulgou a receita da Dani Noce, do I Could Kill for Dessert. A única falha no vídeo da Dani é não dizer que o cheesecake tem que esfriar completamente antes de ser desenformado e então ir para a geladeira por pelo menos 4 horas antes de receber a cobertura (essas informações eu achei na Cozinha Coletiva, em outras receitas de cheesecake do Richie).
No lugar de geleia de goiaba, derreti 1 xícara e meia (chá) de goiabada picada (usei da Ralston) em uma xícara de água.
E ficou divino!

sábado, 24 de janeiro de 2015

Alívio: um dos aspectos da felicidade

Alívio é um sentimento/sensação muito próximo da felicidade. Porque, afinal, a felicidade tem várias facetas. Uma delas está em receber uma notícia boa quando as perspectivas não são as melhores - quando a angústia dá lugar ao alívio, ufa!
Hoje ele apareceu numa questão comezinha: o conserto da minha máquina de lavar que já tem 14 anos (aliás, outro dia li um comentário "positivo" sobre uma máquina de lavar, de que ela "durava bastante", coisa de "3 anos" - fiquei estarrecida). Já estava achando que ia precisar desembolsar muito dinheiro, fosse para o conserto, fosse na situação mais drástica de ter que trocá-la. E aí surgiu seu Derivaldo, técnico indicado pela assistência da Electrolux. Em 15 minutos resolveu o vazamento, instalou a mangueira nova e me cobrou 40 reais! Fiquei felicíssima/aliviada com não ter que gastar, com a máquina consertada e com a honestidade e profissionalismo de seu Derivaldo.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Presenças e presentes

Comecei o ano rompendo o isolamento. Convidei velhos e queridos amigos para vir à minha casa - Hugo, Síssi e Taísa agora são meus vizinhos de bairro. E deles ganhei, para harmonizar mais meu lar, uma linda miniorquídea e sabonetes com perfumes exóticos.
É muito bom trocar ideias com pessoas cujo afeto atravessa os anos. Faz quase 20 anos desde a 24a Bienal, quando nos conhecemos. E ainda falamos de tudo com o mesmo ardor, o mesmo entusiasmo com que defendíamos a arte e a apresentávamos ao público visitante. 

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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