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sábado, 15 de março de 2025

Brownie de matchá e chocolate branco

Na minha última viagem a São Paulo, fiquei impressionada com a quantidade de preparos com matchá, além do onipresente pistache (que nem aguento mais ver, a propósito). Até floresta de matchá, versão de floresta negra feita com o chá verde em pó. Amei tudo que provei, então trouxe o chá, que achei caro, aliás.
Mas o tempo foi passando e eu não tinha nem mesmo aberto o pacote. Outro dia vi uma receita de Rita Lobo de um brownie de matchá com chocolate branco e então me animei. Fiz hoje - além de lindo e fácil de fazer, ficou uma delícia. Logo congelei a maior parte, já organizando minhas futuras marmitas. 

domingo, 23 de maio de 2021

Pizza de pão pita com gorgonzola, alho-poró e castanha de caju

Já um clássico aqui em casa, a pizza feita com pão pita (ou árabe, ou libanês, ou sírio, tout le même). Guga falou em comermos pizza, em princípio buscar uma na nossa pizzaria favorita, mas depois sugeriu que fosse de pão pita. Daí, para sairmos do lugar comum, resolvi fazer um dos sabores da 7 Express, o de alho-poró, gorgonzola e castanha de caju, sobre mussarela e molho de tomate, claro. Não é que ficou muito, muito boa? Com a vantagem de que, feita em casa, a gente sempre faz recargos de ingredientes, sem miséria.  

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Quando dá certo é tão legal!

Aquela história de "o que tem na geladeira ou no armário" é muito válida aqui em casa. Normalmente, uma coisa puxa outra, um ingrediente chama o outro, e logo temos coisinhas diferentes saindo do forno ou do processador. 
Comprei outro dia, na promoção, o tal leite condensado Tirol, que é do Sul. Como tinha comprado biscoitos cream cracker pra fazer nuggets caseiros, pensei: por que não fazer uma torta com massa de biscoito e creme com leite condensado? E podia ser de maçã, já que tinha recém-adquirido um pacote. Então, de uma feita, saíram torta de maçã com creme de confeiteiro e nuggets caseiros. Duas descobertas ótimas: o nugget é perfeito (abaixo, a receita) e o creme de confeiteiro com leite condensado, que eu nunca tinha feito, é muito mais firme que o tradicional (usei 250 mL de leite condensado, 1/2 xícara de leite integral, 1 gema, 2 colheres rasas de sopa de amido de milho e 1 colher de sobremesa de extrato de baunilha). Logo imaginei a torta com uva verde ou morango, delícia. 
Numa dessas pesquisas de geladeira, resolvi fazer creme de avelã com o que tinha à mão: avelãs, amendoim, leite de coco, 2 quadradinhos de chocolate 60% cacau derretidos e xilitol. Tudo de restinhos mesmo, pra acabar, liquidação. E ficou ótimo - o único senão é que, depois que vai para a geladeira, a consistência e o sabor mudam um pouco. Isso já tinha acontecido com o óleo de coco, que fica muito sólido na geladeira. 
Agora, os nuggets: estudei algumas receitas que encontrei, como a do Tastemade e a da Panelaterapia, e resolvi arriscar o nugget com frango processado com alho e cebola e depois empanado. Mudei, claro, algumas coisas. E o resultado foi fantástico - segundo marido, o melhor nugget que ele já comeu. 

Nuggets caseiros perfeitos (16 nuggets médios)
500 g de filé de peito de frango em pedaços pequenos
1/2 fatia de pão integral
2 dentes de alho sem casca
1/2 cebola sem casca
50 g de biscoito cream cracker integral
1 colher sopa cheia de flocos de milho (usei flocão, para cuscuz)
1 colher chá de páprica (usei a doce, porque a defumada tinha acabado)
pimenta-do-reino a gosto
sal a gosto

Processe o biscoito com os flocos de milho, a páprica, pimenta e sal. Reserve.
Processe o frango até obter uma pasta. Adicione o pão, o alho e a cebola e processe novamente, até ter uma consistência uniforme. Tempere com sal e pimenta. Modele pequenas bolas (o equivalente a uma colher de sopa de massa) e empane na farinha de biscoito e milho, achatando-as levemente. Você pode assá-las no forno, em uma forma untada, ou fritá-las por imersão, ou na fritadeira sem óleo, como eu fiz. 
Prepare um molhinho com quantidades iguais de maionese e ketchup e umas gotinhas de shoyu ou molho inglês. 

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Doce de abóbora com leite condensado de coco

E então o leite condensado de coco foi pra panela junto com a abóbora que ganhei de Cleuza. Mais um cadim de açúcar mascavo, dois cravos e pá, virou um doce delícia. Mas ainda penso no bolo de chocolate prestígio feito com esse leite condensado. 

domingo, 17 de janeiro de 2021

Leite de coco condensado

Nunca tinha tido a brilhante ideia de fazer leite de coco condensado. Descobri que até existe (mas nunca vi) leite de coco em pó. Quando pensei em fazer o leite condensado, vi que há quem use o dito cujo. Já existe até shoyu de coco, imagine!
Entonces, como tinha uma caixa de leite de coco já aberta na geladeira, resolvi pegar um pouco e testar, com açúcar demerara. Fiz meio no olho, talvez 300 mL de leite de coco para 1/4 de xícara de açúcar. Ficou bem bom, com uma densidade ótima. Deu uns 100 mL depois da redução. Ainda nem sei o que vou fazer com ele, porque estamos evitando os doces, mas já pensei em combinações com chocolate, nham. 

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Nem tudo dá pra fazer em casa - farinha de arroz

Antes de mais nada, só queria afirmar que continuo gostando de glúten, fazendo pão e bolo com farinha de trigo e tal. Mas meu marido às vezes diz que o trigo não cai bem, especialmente quando ele resolve fazer a dieta low carb do Phil Maffetone. Muitos estudos apontam, de fato, o trigo como um dos alimentos mais inflamatórios, como o leite. Eu até diminuí o uso ao longo da semana, mais por Guga do que por mim. 
Como por estes dias ele está justamente fazendo a dieta MAF de duas semanas - que restringe muito os carboidratos e grãos - pensei em pelo menos trocar o trigo da torta de atum, mesmo sendo pequena a quantidade. Fiquei entre preparar uma massa de grão de bico ou usar farinha de arroz.
Daí li que dava pra fazer farinha de arroz em casa, só processando arroz cru. Cara, não dá. Meu processador é super potente, e mesmo assim só levantava uma poeirinha do arroz, que, no máximo, teve os grãos reduzidos à metade. Tentei por muito tempo, tomando cuidado pra de vez em quando deixar esfriar o processador, que também começou a reclamar. Ainda tentei no dia seguinte, e desisti. Quem disse que era possível fazer em casa certamente nunca fez. 
Fui ao supermercado e me espantei ao ver que o preço do pacote de 1 kg de farinha de arroz nem era tão mais alto que o de farinha de trigo - que aumentou muito, talvez até pela demanda dos padeiros pandêmicos. Comprei, e usei na minha infalível torta de atum - que nem é minha, mas "da Valzinha", segundo o site Tudo Gostoso. 
A massa ficou macia dentro e bem crocante fora, um pouco menos neutra que se usasse farinha de trigo, mas não atrapalhou em nada a deliciosidade. Talvez não use em pães e bolos, mas para tortas funciona perfeitamente - além de pratos orientais, nos quais já estou de olho. 

domingo, 19 de julho de 2020

Quarentoitando na quarentena

Inegável que este aniversário foi diferentão - no meio de uma pandemia, com isolamento social total, mas com a presença do marido e parte da família. Até as mensagens nas redes sociais, em menor número, foram mais carinhosas e emocionantes.
Nesse mesmo clima de aconchego, ganhei da sogra uma peça quiltada maravilhosa, feita por ela, para colocar minha xícara de café na mesa do escritório - claro que a xícara nova veio junto, além de chazinhos e uma caixa de Raffaello, que eu amo. 
Hoje chegou também o presente de Guga, um jogo de aquarelas em pastilha da Koh-i-Noor, que acabo de testar com meus pincéis novos. Que delícia essa tinta que desliza fácil, que cores lindas! 
Ainda conseguimos, na sexta, pedir pizza na pizzaria favorita, por WhastApp e só passamos lá pra pagar e pegar. Hoje, aniversário da avó do marido, rolou moqueca; uma festa de Babette, como disse o tio de Guga. 
E inspirada por minha sogra, fiz uns biscoitinhos para ofertar a dona Amélia. Que coisa melhor para presentear do que aquilo que fazemos com o coração?

domingo, 28 de junho de 2020

Mexicano em casa

Se não vamos ao mexicano, o mexicano não vem até nós: nós é que fazemos o mexicano. 
Saudade imensa do Las Margaritas, seus nachos supreme, cerveja geladinha e shows ótimos! Como este ano o abacate resolveu dar que nem chuchu na seca, pensei em fazer guacamole, e depois de ver fotos do bar mexicano favorito no Instagram foi um pulo para fazer o chilli beans e tentar de novo as tortillas
Bueno, as tortillas continuam meio pasteizinhos, ainda preciso achar uma receita mais sequinha. O chilli beans já está perfeito, o guacamole também. 

domingo, 14 de junho de 2020

Tiramisù com pão de ló, doce de leite e challah

Na esteira dos preparativos do jantar do dia 12, rolou tiramisù com pão de ló no ramequin, doce de leite caseiro com leite sem lactose, açúcar e duas colheres de leite em pó e challah, o famoso pão judaico que transita entre o pão sovado e o brioche. Delícias para fugir à mesmice quarentenal. 

sábado, 13 de junho de 2020

Mil etapas de um jantar

Datas comemorativas são desculpas para eu fazer coisas diferentes. Digo isso porque aqui em casa o marido passa ao largo das efemérides e só se lembra do aniversário do meu enteado querido. Isso quer dizer que se eu não fizesse nada no dia dos namorados tanto faria? Mais ou menos - porque, quando ele visse as chamadas na TV, ia estranhar a ausência de comemoração e de um jantar especial (já que este ano não rolou presente, pois não sabemos o que será do futuro, lindo trocadilho).
Comecei a fazer o jantar na antevéspera, preparando biscoitos savoiard e o mascarpone caseiro com creme de leite e limão. Um dia antes, fiz um pão de ló pequeno, por via das dúvidas, um confit de tomate cereja e, de quebra, doce de leite para experimentar com o pão de ló (essência do bem-casado). No dia, depois de praticar tai-chi, limpar banheiro e pintar as unhas, fiz baguetes, o almoço, preparei o creme do tiramisù, montei o tiramisù com biscoitos e com pão de ló, e perto do horário do jantar, de banho tomado e vestido novo que o marido não comentou, além de finalizar as baguetes, lavei a salada, fatiei as batatas, temperei com azeite, sal, pimenta e tomilho seco, temperei um pouco de ricota quando descobri que o brie que compramos estava estragado, coloquei as baguetes de volta no forno porque o marido achou-as pouco crocantes, sequei a salada, montei o mil-folhas de batata em forma de rosa (talvez a coisa mais bonita que fiz nos últimos tempos), esperei para colocar no forno depois de tirar as baguetes, que comemos com manteiga e o confit, temperei os bifes de entrecôte que o marido cortou e coloquei na grelha quando as batatas ficaram prontas (ainda deixei no grill para dourar as pontinhas). O mil-folhas ficou divino, o confit de tomate idem, a carne poderia ter ficado menos tempo na grelha e ser mais alta, o tiramisù, finalizado na hora de comer com cacau polvilhado, ficou perfeito. O marido aprovou o jantar, mas quem mais gostou do resultado fui eu - a única coisa ruim foi a pilha de louça para lavar. 

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Mascarpone e biscoitos savoiard caseiros

Outro dia fiquei pensando em quais seriam meus bolos e sobremesas Top 10, em listas separadas, claro. Ou melhor, uma só de bolos e uma com sobremesas diversas, incluindo bolos. Na de sobremesas, sem sombra de dúvida, estaria o tiramisù, ao lado do crème brûlée, do pudim de leite condensado, da mousse de chocolate, da torta de morango, da cocada de forno, da salada de frutas, do Red Velvet, do sorvete de doce de leite, do mil-folhas, do bolo inglês (só aqui já são mais de dez). Quase sempre, coisas que levam baunilha e/ou caramelo e/ou chocolate. 
Já fiz tiramisù umas duas vezes, mas em nenhuma tive um resultado incrível. Comi um tiramisù maravilhoso num pequeno restaurante de um italiano em Bragança Paulista, totalmente artesanal. Nunca mais encontrei algo parecido. 
Uma das dificuldades é achar queijo mascarpone (aliás, a substituição do mascarpone na sobremesa é um dos motes do personagem de Ricardo Darín no belíssimo O filho da noiva); quando se encontra, é caríssimo ou não é de boa qualidade. 
Tive a ideia de repetir a tentativa porque vi a foto de um tiramisù lindo feito por um amigo quarentenado. Logo pedi a receita a Rodney, e ele comentou que havia até quem fizesse o mascarpone e o biscoito champagne em casa, mas que isso já era mais complicado. Como adoro uma complicação e porque sei que aqui não acharei nem mascarpone nem biscoito champagne, busquei receitas de ambos. Cheguei a uma receita completinha da Rita Lobo, com mascarpone e biscoitos caseiros. 
Quando vi a receita do biscoito, pensei: por que ele é chamado champagne, se não leva champagne nem bebida nenhuma? Agora há pouco, no site da Raíza Costa, vi que ele se chama savoiard (provavelmente relativo ao Ducado de Savoia, meio francês, meio italiano), e no site Cozinha Técnica, que o biscoito champagne na verdade é um primo, cor-de-rosa, feito na região de Champagne. 
Fiz meia receita para experimentar; deu muito pouco, ficou meio sequinho. Fiz a receita inteira, tomando cuidado com o banho-maria, para não cozinhar as gemas. Depois vi que a Raíza não faz o banho-maria, só junta claras em neve com as gemas batidas e depois a farinha, delicadamente. Depois vou experimentar a receita dela, que deve deixar os biscoitos mais leves, como pão de ló.
Ainda não sei se vou tentar fazer um pão de ló como opção. De qualquer modo, os savoiard e o mascarpone já estão prontinhos, à espera. 

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Mundo pão


Tenho feito pão uma vez por semana, normalmente de levain. Faço um de cerca de 400 g; o marido pouco come, eu como dia sim, dia não, e o que sobra vira rabanada, farinha de rosca, panzanella, croûtons, tartine, torrada, ou seja, aproveitamento total. Só não fiz pudim.
A última belezura, depois de vários italianos, foi o de nozes e damasco. Ainda por cima, por conta da fermentação longa, rolou esse lilás na massa, maciíssima e deliciosa. 

sábado, 23 de maio de 2020

Frango à parmegiana com farinha de rosca autoral

Tinha umas fatias do pão italiano na geladeira. O marido comentou que eu "podia, qualquer dia" fazer uma parmegiana, que ele adora. 
Peguei as dicas da Rita Lobo, acrescentei páprica ao ovo batido, processei as fatias de pão depois de aquecer os pedaços na frigideira e logo tínhamos uma parmegiana bem crispy, uma delícia. Não ficou linda como aquelas de boteco, mas o sabor foi bem além. 

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Sequilhos para o cafezim quarentenal

Guga perguntou se eu já tinha feito sequilhos. Respondi que não, e logo em seguida, senhora das demandas, busquei uma receita. Achei uma simplésima: 100 g de açúcar, 200 g de manteiga e 300 g de farinha, mais uma colher de café de fermento químico. Menos de 15 minutos no forno a 180 graus. Depois passei no açúcar cristal, e ficaram perfeitos! 

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Bolo de mel e nozes no fora de hora cada vez mais comum

Não me deem ideias que logo vou querer fazer um docinho. Ou um bolinho.
Hoje à tarde, aquele friozinho, me deu vontade de comer um bolo simples. Mas podia ter um pouquinho de nozes.
Já tinha inclusive feito pão sovado. Depois ia fazer sopa. Mas entre um e outro resolvi fazer o tal bolo simples com nozes. Achei uma receita supostamente judaica de bolo de nozes e mel. Resolvi bater na mão para não aumentar a pilha de louça. Massa um pouco mais seca - mel, manteiga, ovo, farinha, nozes e fermento, só isso -, mas um perfume e um sabor ótimos. Ainda cobri com calda de chocolate, e isso compensou a falta de umidade e incrementou o sabor. Me lembrou um pouco, em termos de textura, a camada de suspiro do Melhor Bolo de Chocolate do Mundo (que certamente não o é). Talvez essa falta de leite tenha a ver com a cultura judaica, porque o Melhor Bolo de Chocolate do Mundo é inclusive vendido como comida kosher. Bom, eu colocaria justamente um pouco de leite para aumentar a maciez do bolo. Mas ficou bom, bem bom.

sábado, 25 de abril de 2020

Massa verde com ricota, maçã e nozes

A massa que preparei e congelei outro dia foi nosso jantar hoje. Ficou ótima! Bastaram uns poucos minutos na água quente, com a massa ainda congelada, para termos uma refeição bem gostosa. 

Hamburgão com receita nova de pão australiano

Ei-lo! No tamanho certo pro hambúrguer de 200 g que uma amiga do pilates me apresentou.
Da próxima vez, vou usar só farinha branca, para ele ficar ainda mais leve, porque uma delícia ele já está.

domingo, 12 de abril de 2020

Cada vez mais "feito em casa"


Doce de leite, batata palha, polpa de acerola, máscara de pano, leite de tigre - tudo feito em casa. O leite de tigre foi o mais criativo: caldo de legumes que tinha congelado, caldo de limão, alho e pedaços de filé de tilápia, tudo batido no processador e depois coado.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Beyond Golden Curry - karê caseiro maravilha

Estava a um passo de colocar em minha lista "comprar karê" (aqueles tabletes S&B). Hoje resolvi fazer karê de frango, mas lembrei que não tinha o dito. Por uma feliz inspiração, resolvi pesquisar se alguém já havia feito karê caseiro, prescindindo dos tabletinhos cheios de sódio e outros conservantes. Para minha alegria, achei no site da Marisa Ono (que já havia me ajudado com os guiozas) um passo a passo para preparar o karê sem temperos prontos. Gengibre, tomilho, alho, cebola, shoyu, molho de tomate, um roux com farinha e curry, cenoura, batata, maçã ralada e frango, e estava pronto o karê.
Ficou maravilhoso, muito melhor que o preparado com Golden Curry. Acho que nunca mais vou comprar aquela caixinha.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Geleia de morango e pasta de avelã caseiras: saudáveis e mnemônicas

Do livro de Raiza Costa, uma pasta de avelãs com mais avelã que chocolate (e sem óleo de palma/dendê) e uma geleia de morango básica e deliciosa.
A verdadeira prova de qualidade veio no comentário do marido sobre a geleia, que o fez sentir de novo um sabor da infância. Que elogio maior pode haver?

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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