quinta-feira, 22 de junho de 2017

Creme de leite que bate chantilly e dura mais - Piracanjuba me fez feliz!

Já comentei aqui sobre minha dificuldade de encontrar em Salvador e arredores creme de leite fresco para preparar receitas específicas (sorvetes, chantilly). As poucas vezes que encontrei, metade delas o creme já estava virando manteiga. Isso para não dizer que custa caríssimo.
Qual não foi, então, minha felicidade ao deparar com esse produto da Piracanjuba, um creme de leite de caixinha com 35% de gordura? Isso mesmo, 35%! O mínimo para bater chantilly, como o próprio produto indica na embalagem.
Tinha comprado 3 caixinhas para experimentar quando encontrei no blog do Prato Fundo um comentário do Victor Hugo a respeito do produto. Ele provou e aprovou o creme, inclusive porque os aditivos que contém são permitidos por lei (diferentemente dos usados pelo produto congênere da Nestlé, que também nunca usei).
Eu preparei ontem, mas algo não deu certo com o uso do sifão, e o creme não chegou a virar chantilly. Vou depois fazer na batedeira mesmo, mas tudo indica que dá supercerto.

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Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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