segunda-feira, 17 de julho de 2017

Véspera de aniversário com Amor e Zé

O melhor show na Concha até agora. Zé Ramalho é sertão, é rock'n'roll, é avôhai. Até a chuva que caiu no início foi profética porque era show dele.
Mas o presente foi meu.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Mais caseirices: pasta de amendoim

Coisa mais fácil não há: a pasta de amendoim fica pronta com apenas 1 xícara de amendoim pelado batido no processador. Uma pitada de sal e um pouquinho de açúcar realçam o sabor. Eu coloquei 1 fio de óleo de canola para facilitar a mistura, mas em princípio é desnecessário, já que a própria gordura do amendoim vai se encarregar de criar uma massa coesa.
Ficou uma delícia, levemente crocante, e muito mais saudável que os que compramos por aí, cheios de óleo e de açúcar.

Uzi, enfim!


Amo uzi, aquele bolo folhado recheado com carne de cordeiro, arroz, castanhas e especiarias. Só encontrei no Halim, em São Paulo, esse delícia árabe, e por muito tempo nunca havia visto a receita na internet.
Outro dia, porém, comentando com o marido sobre a iguaria, lembrei de procurar novamente a receita. E não é que encontrei mais de uma ocorrência? Acabei juntando duas que encontrei, uma da revista Prazeres da Mesa e outra do site Arabesq, que tem diversas receitas árabes tradicionais.
Cheguei numa terceira, e o recheio ficou maravilhoso, com acém moído, castanha de caju, pimenta síria preparada na hora, summac, alho e cebola. A massa folhada laminada da Arosa, claro, sem maiores segredos. E então pincelei a massa já recheada com gema levemente batida e manteiga, e logo tivemos dois bolos gigantes (tão grandes que resolvemos dividir um e guardar o outro).

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Uma semana como deve ser

Palestra de Mia Couto na companhia da sogra, Mulher Maravilha no cinema e o melhor modelito do filme, jantar preparado pelo marido, bordado, pedal e descoberta de trilha massa na Praia do Forte. Só faltou uma fotinho pro show da banda Spectro, que faz tributos a Pink Floyd.
Assim.

domingo, 2 de julho de 2017

Bordado sem filtro ou Organizando a bagaça ou Como evitar o emburrecimento precoce

Voltei a bordar, depois de remexer nos trabalhos guardados. Re-retomei o projeto começado lá com a Sávia Dumont, da mandala pessoal. O pano já tinha ficado manchado e marcado pelo bastidor - agora tudo faz parte de sua história de espera.
Furei três vezes os dedos. Apanhei um pouco para lembrar de pontos básicos. Desfiz algumas vezes. Coloquei as linhas que pretendo usar em cada parte, já imaginando a distribuição de cores. Repensei a posição das imagens a bordar.
Hoje alinhavei o contorno, para facilitar o trabalho e começar a parte divertida. Ficou imperfeito e bonito.
Certamente por conta da retomada do bordado, voltei a ler. Do zero, Michael Pollan, com pinceladas de Campbell. Anotei pensamentos para um livro/projeto. O momento é agora, antes que eu emburreça de vez e nem tenha mais o que dizer. O que seria uma pena, pelo amor que tenho ao conhecimento.
Algo me diz que logo virá um novo contato - direto - com educação.

Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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