sábado, 3 de janeiro de 2026

É assim que termina - 2025

Eita, aninho arrastado! Acho feio, ingrato e injusto reclamar, porque houve muitas oportunidades em meio ao caos, mas que teve muita angústia junto, ah, isso teve. Além disso, se a senescência se mede por começar a tomar remédio, então ela chegou de vez.
Boto fé em 2026. Não vai ser nada fácil - muito fogo pela frente, em ano de eleições, ano do Cavalo de Fogo, de Ogum e Iansã, ano que começa com invasão à Venezuela por Trump. Porém, vejo que 2025 no mínimo nos instrumentalizou para o que vem. Que venha 2026, então, que o fogo já está ardendo em nós.

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Cabeceira

  • "Arte moderna", de Giulio Carlo Argan
  • "Geografia da fome", de Josué de Castro
  • "A metamorfose", de Franz Kafka
  • "Cem anos de solidão", de Gabriel García Márquez
  • "Orfeu extático na metrópole", de Nicolau Sevcenko
  • "Fica comigo esta noite", de Inês Pedrosa
  • "Felicidade clandestina", de Clarice Lispector
  • "O estrangeiro", de Albert Camus
  • "Campo geral", de João Guimarães Rosa
  • "Por quem os sinos dobram", de Ernest Hemingway
  • "Sagarana", de João Guimarães Rosa
  • "A paixão segundo G.H.", de Clarice Lispector
  • "A outra volta do parafuso", de Henry James
  • "O processo", de Franz Kafka
  • "Esperando Godot", de Samuel Beckett
  • "A sagração da primavera", de Alejo Carpentier
  • "Amphytrion", de Ignácio Padilla

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